“Assim, iremos cobrar da empresa a devida indenização pelos danos materiais causados ao patrimônio público do DF, bem como dano moral coletivo em razão da exposição ao risco das pessoas que transitam no local, causando incômodos e apreensão”, afirmou o governador Rodrigo Rollemberg (PSB).
Em nota, a companhia telefônica disse que os trabalhos eram executados por uma empresa terceirizada, prestadora de serviços. “A Vivo esclarece que já está em contato com os órgãos competentes para fornecer todas as informações necessárias e tomar as medidas cabíveis.”
O presidente da Novacap, Júlio Menegotto, afirmou ainda que a empresa já foi notificada pela Defesa Civil. “É para que ela primeiro tome conhecimento e tenha ciência de que vai ter que arcar com todos os custos, seja de escoramento ou seja de recuperação. Em seguida, então, terá que fazer uma recuperação dos cabos rompidos.”
A área deve ficar isolada por cinco dias. É o tempo para os engenheiros da Novacap calcularem o risco causado pelo rompimento dos cabos e decidir se será preciso escorar ou não o teto da Rodoviária. Além disso, todos os cabos rompidos serão trocados.
Ao todo, 2,4 mil metros quadrados foram isolados – 1,2 mil na plataforma inferior (incluindo o estacionamento), e outros 1,2 mil na superior. A interdição atingiu o conjunto de escadas mais próximo à Esplanada dos Ministérios e às catracas de acesso ao BRT.
De acordo com o DFTrans, quatro linhas ficam com o embarque alterado enquanto a interdição durar:
O acesso aos ônibus do BRT, segundo o DFTrans, continua a ser feito nas margens da plataforma B. Para contornar a interdição, um recuo foi montado entre as fitas de isolamento e os tapumes de obras, criando um “corredor” para os passageiros (foto abaixo).