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Em computação, tudo que é novo vem da nuvem, diz IBM

Para a empresa, adoção de nuvem é um caminho sem volta e cresceu no Brasil mesmo durante a crise econômica

IBM: negócio de nuvem cresceu no Brasil mesmo durante a crise econômica (ullstein bild / Colaborador/Getty Images)

Nova York – Para a IBM, gigante americana de tecnologia, a adoção de serviços de computação em nuvem permite que empresas acelerem o ritmo de inovação. Em entrevista a , concedida no escritório da companhia em Nova York, nos Estados Unidos, Guilherme Novaes, diretor da divisão de integração de nuvem híbrida da IBM Brasil, e Marcos Paraíso, diretor da área de plataforma de nuvem da IBM Brasil, afirmam que as empresas que negarem essa tendência tecnologia terão problemas em se manter competitivas e, também, em reter talentos profissionais. Segundo previsão da consultoria americana IDC, o mercado de nuvem está em expansão globalmente. O faturamento do setor de computação de nuvem pública deve crescer 22,3% ao ano de 2019 a 2023, passando de 229 bilhões de dólares para cerca de 500 milhões de dólares ao ano. Leia a entrevista com os executivos a seguir.

Qual é a situação atual do mercado de computação em nuvem no Brasil? O setor foi afetado pela crise econômica que o país atravessa nos últimos anos?

Marcos: O ciclo de adoção parece com o que vimos no exterior. Mas há uma defasagem entre eles. O Brasil começa a adotar mais na América Latina e depois vêm os demais países da América do Sul. A crise econômica levou empresas a buscar mais nuvem para projetos inviáveis em razão da queda de investimentos. O motivador foi a falta de inovação das empresas causada por cortes de custos. O gestor quer que a empresa esteja sempre reinventando para se manter competitiva. Mesmo as que não são muito avançadas em tecnologia percebem esse valor.  São poucos os novos projetos lançados hoje que não tenham nascido na nuvem.

Guilherme: Tudo que é novo vem da nuvem, mas as empresas se preocupam com o que elas têm no data center. Todas discutem como levar aplicações mais antigas ou críticas para a nuvem. A discussão gira em torno das opções de nuvem pública, privada e híbrida. Na privada, é possível fazer testes e modernizar processos. Todo mundo usa conceitos de microsserviços, que divide a aplicação corporativa em pequenas partes, mas sempre usando padrões abertos, que sejam compatíveis com outras tecnologias de nuvem. A IBM notou isso e adquiriu, globalmente, a Red Hat por esse motivo. Uma aplicação feita cinco anos atrás pode ser grande e precisar de mudanças complexas para evoluir. Antes, ela precisava ser parada por um tempo para retomar mais tarde. Com isso, as empresas começaram a quebrar essa aplicação em pequenos pedaços para facilitar.

Que exemplos podem dar sobre essa divisão de tarefas de aplicações na nuvem para acelerar o processo de inovação nas empresas?

Marcos: Um exemplo é um saque. Isso pode ser quebrado em etapas. Há saldo? Se tem, o saque pode ser efetuado? Se sim, aí, há a terceira fase de sacar o dinheiro. Se todas as aplicações falam no mesmo idioma, tudo pode ser feito rapidamente. Para fazer outra aplicação para consulta de saldo, você pode usar a mesma tecnologia. Isso dá muita eficiência para o desenvolvimento de aplicações. E todos os micro serviços podem funcionar em diferentes ambientes, não é algo que fica limitado a uma nuvem ou um sistema.

Por que as empresas adotam mais de uma tecnologia de computação em nuvem?

Guilherme: Na jornada para nuvem que as empresas percorrem, nossos clientes aprenderam algumas coisas. Primeira é que não pode ficar preso a uma única nuvem. Se os preços sobem ou as políticas mudam ou há problema de segurança, será preciso retornar para o data center próprio ou migrar de nuvem. Por isso, o conceito de multicloud fica muito latente nas empresas. Com isso, os ambientes híbridos se tornam importantes.

Marcos: Com o Watson, por exemplo, o único jeito de usá-lo era com uma API que funciona em nuvem pública. O Bradesco é cliente e não quer dados da nuvem pública. Quando colocamos o Watson em uma nuvem privada, as empresas puderam colocar os dados onde é conveniente para as elas. As nuvens não são todas iguais. Elas têm características diferentes. O ambiente multicloud ajuda bastante também a mitigar riscos de segurança ou os riscos para o negócio. Por fim, as empresas precisam de aplicações portáteis para outras nuvens. Isso tira as amarras das empresas. Isso é possível desde que a aplicação seja usada em containers para que ela seja flexível. Essa é uma liberdade que nunca existiu antes.

Quais são as vantagens práticas da nuvem híbrida e da pública?

Guilherme: Ambientes distintos são chamados de nuvem híbridas. A vantagem é a flexibilidade para a estratégia. Como a tecnologia é aberta e portátil, isso é importante para empresas. A camada de segurança precisa ser bem grande. As aplicações se dividem em partes e por isso é preciso aumentar o nível de segurança. É crucial também saber onde estão os dados das empresas. Há benefícios e readequações a fazer. A IBM está comprometida com governança de dados por conta disso. Buscamos sempre entender as indústrias e suas necessidades. Isso combinado com a tecnologia que temos nos colocar em uma posição favorável no mercado.

Marcos: No segmento open-source, buscamos oferecer um software de qualidade para empresas. Quando ele se torna central na estratégia das empresas, é preciso ter alguém que garanta o bom funcionamento do código. Na nuvem, você pode aumentar rapidamente o nível de inteligência de uma empresa. Ela ganha acesso a um grande portfólio de recursos tecnológicos.  Na nuvem híbrida, é importante ter claro o que a empresa quer ter dentro de casa e o que pode ficar na nuvem.  Dar opções aos nossos clientes é o foco na liberdade dos clientes.

As startups usam computação em nuvem no Brasil hoje ou ainda é algo voltado para grandes empresas?

Marcos: Sim. O valor de investimentos em startups diminuiu ao longo dos anos, mas o número de acordos subiu porque a nuvem barateou o custo da inovação. Você tem muitos recursos disponíveis ao contratar um serviço de computação em nuvem. Antes, era preciso gastar alguns milhões de reais ao longo de dois ou três anos para então saber se o negócio ia dar certo. Isso gerava muitas falhas. A nuvem permite verificar hipóteses e crescer a partir do sucesso. Com isso, o risco da inovação foi repassado para os provedores. As startups podem migrar de ambiente se ele não for favorável.  Alguns exemplos são a eLaw, de advocacia, que implementou o IBM Watson para analisar contratos. O negócio nasceu na IBM. A Planetum é uma seguradora que permite realizar vistoria de veículos por meio de fotos tiradas com o celular. Com tecnologia de visão computacional, ela permite verificar o nível de dano no veículo.  No nordeste, há a Pneubras, distribuidora de pneus. O problema deles era tem vendedores capacitados. Por isso, criaram um assistente virtual com tecnologia da IBM para vender pneus via internet.

Ainda há resistência à computação em nuvem entre as empresas.  O que pensam sobre isso?

Guilherme: É um caminho sem volta. Só podem ficar sem as empresas sem competição. Mas logo elas perderão toda a competitividade. A nuvem é uma grande aceleradora de inovação. Ela mostra caminhos para novos negócios e pode até promover parcerias para aumentar o tamanho do mercado. A tecnologia vai aumentar o volume de PIB dos países. Grande parte das empresas se tornarão companhias de tecnologia dentro de seus setores.

Marcos: Essas empresas terão grandes desafios em reter funcionários. Há uma batalha por recursos que é brutal. As empresas disputam funcionários capacitados. Uma empresa que pode olhar a viabilidade de um produto é mais competitiva e a nuvem oferece exatamente isso, uma agilidade incomparável. Antes, poderia levar semanas ou meses para desenvolver produtos. Na nuvem, são segundos ou minutos. As ferrovias a vapor não acabaram porque não funcionavam, mas porque algo melhor apareceu. O mesmo acontece com a computação em nuvem em relação aos data centers.

Quais são os principais setores afetados pela nuvem?

Marcos: Os setores com negócios baseados em informação serão os mais beneficiados. Mas todos os segmentos são afetados. Quando tenho dados sobre um tema, posso tomar ações a partir dos dados. Os relógios inteligentes, por exemplo, criam dados que permitem o desenvolvimento futuro de ações que antes impossíveis. O grande volume de dados viabiliza novidades.

Guilherme: Ou seja, as empresas mais afetadas devem ser aquelas que coletam dados de consumidores. Uma plataforma de petróleo tem benefícios com a nuvem, mas não tanto quanto os postos de combustível terão. Os dados permitem um nível alto de personalização e identificação de novos negócios.

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“Brainrot”, você tem isso? Conheça esse efeito colateral da vida digital

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Termo descreve a “deterioração mental” causada por consumir grandes quantidades de conteúdo de baixo valor, como memes e vídeos sem sentido

 

“Brainrot” pode afetar negativamente as habilidades cognitivas das pessoas
Unsplash/Taylor Deas-Melesh

 

Se você leu meu texto sobre a slopficação da internet, talvez agora você fique um pouco mais assustado. Senta que lá vem a história…

A internet está cada vez mais maluca. Na verdade, não a internet, porque ela sempre foi. Mas, a cada dia que passa, eu me surpreendo com o que as pessoas andam fazendo online, principalmente os jovens.

Se você é millennial, como eu, e tinha uma certa esperança que a próxima geração seria melhor e daria conta de um monte de coisas que não conseguimos, bem… nascer e crescer imerso em redes sociais parece que não está fazendo muito bem, pelo menos na construção de gosto e o que se escolhe consumir online.

Entender minimamente a GenZ (Geração Z) e a Geração Alpha tem consumido boa parte do tempo das minhas pesquisas online. Sacar os movimentos e tentar entrar na cabeça dos jovens é interessante e surpreendente, já que os valores e gostos são completamente diferentes. E olha que pra muita coisa eu sou mais Z que Y.

Mas vamos para o que interessa. Você já ouviu ou viu, em algum lugar, termos como:

  • Skibidi Toilet
  • Level Five Gyat
  • Rizz
  • Fanum Tax
  • Only in Ohio
  • Sigma Looksmaxxing
  • Grimace Shake

Parece erro, palavras sem sentido, mas eles têm aparecido com frequência em uma série de conteúdos virais, mais especificamente memes, e que têm sido atribuídos ao tal do “brainrot”. Se você perguntar para o Google Tradutor, não vai conseguir nada. Já para o ChatGPT, ele traz uma luz. Olha só:

ChatGPT oferece definição de termos que têm sido atribuídos ao "brainrot"

ChatGPT oferece definição de termos que têm sido atribuídos ao “brainrot” / Reprodução/ChatGPT

 

Acho que, com isso, você já consegue ir sacando o que é “brainrot”. Apesar desse termo ser antigo (usado desde 2004), é agora que ele está bombando em redes sociais muito usadas por jovens da GenZ, como o TikTok.

E não é pouco dizer que esses jovens internautas estão obcecados com a tal “brain rot” ou “brainrot”. Tanto que a própria viralização do termo explica muito o que estamos vivendo nos tempos atuais: “doomscrolling“, essa rolagem infinita nos nossos feeds, e também nosso estado online crônico.

Traduzido por “podridão cerebral”, “apodrecimento do cérebro” ou até “cérebro apodrecido”, o termo, ou condição, descreve a “deterioração mental” causada por consumir grandes quantidades de conteúdo de baixo valor, como memes e vídeos sem sentido, que podem afetar negativamente as habilidades cognitivas e a capacidade de pensar criticamente.

Longe de ser um termo médico ou científico, é simplesmente um efeito colateral do nosso comportamento online, principalmente em redes sociais, frequentemente motivado por um desejo compulsivo de se manter atualizado, principalmente com eventos negativos, mesmo quando isso pode ser emocionalmente desgastante ou prejudicial para a saúde mental.

Basicamente, estamos gastando mais tempo e literalmente nos entregando e absorvendo grandes quantidades de informações irrelevantes e de baixa qualidade.

Sem entrar nas questões neurodegenerativas, não precisamos de muito para entendermos que, ao consumirmos conteúdos piores, ficaremos piores. Ou seja, nossos cérebros vão trabalhar com o que recebem. Se consumimos porcarias, vamos pensar em porcarias. Simples assim.

E tem muita gente online falando que já está com “brainrot” só de ter recebido ou passado por certos conteúdos, justamente porque estão muitos expostos a eles. E assim como os “slops” causam uma certa confusão mental, os conteúdos associados ao brainrot também, desassociando imagens ou conceitos de seus contextos reais.

Um exemplo é a imagem de um soldado da Segunda Guerra Mundial com um olhar atordoado, que faz parte da pintura de Tom Lea “That 2,000 Yard Stare“, que é usado em muitos conteúdos meméticos, e que TikTokers dizem ser brainrot.

Popularização e perigos

Fazendo uma pesquisa rápida no Google Trends, percebemos que tivemos uma procura maior do termo em 2005 e 2010, mas, a partir da segunda metade de 2023 até agora, o termo explodiu. E é interessante notar que esses picos estão muito associados à cultura gamer e a jogos que contribuíram com seu uso ao longo da década de 2010.

Inclusive, “brainrot” é uma doença que os jogadores podem contrair no jogo de “2011 The Elder Scrolls V: Skyrim“. Em 2007, ano que muita gente considera o surgimento do termo, ele aparece em posts no X, nos quais os usuários descreviam reality shows de namoro, videogames e certos comportamentos, como brainrot.

Um artigo recente do NYT, Jessica Roy relata como alguns usuários do TikTok até começaram a criar paródias de pessoas que parecem “ter” essa condição, ajudando, assim, na popularização, ridicularização e adoção do termo. E, apesar de não ser um elogio falar que alguém tem brainrot, algumas pessoas demonstram um leve orgulho ao admitir a condição.

Em um quiz recente do BuzzFeed, dava até pra saber se “o seu cérebro está 1000% cozido”. Outra leva de vídeos fala que quanto mais gírias da internet uma pessoa usa, mais brainrot ela tem.

E apesar do humor que tudo isso traz, existe um lado bem ruim. Sabe quando a gente fica obcecado por algo e vê aquilo em todo lugar, ou quando gostamos tanto de um personagem ou uma celebridade e começamos a ficar parecidos com elas? Bem, consumir conteúdos de baixa qualidade pode nos deixar menos preparados a certaz situações e “menos inteligentes”, como colocam os jovens com brainrot. Muitos compartilham nas redes seu medo de ficaram “burros”.

Há muitos pesquisadores que estão se debruçando nesse tema, como o neurocientista Michel Desmurget, que tem um livro bastante controverso, assim como outros que se adentram nesse tema, “A fábrica de cretinos digitais: Os perigos das telas para nossas crianças”.

Esse medo de ficarmos piores cognitivamente é real, porque somos o que comemos e consumimos. A “Geração Touch” e as “crianças de iPad” certamente carregam consequências disso, tanto pela tela e o aumento de miopia, muita quantidade de luz azul, que traz alterações no sono, e por aí vai, até o que é visto, assistido e lido.

Em toda a história da humanidade, acompanhamos as consequências boas e ruins das mais diversas tecnologias que foram sendo introduzidas nas nossas vidas, e se tratando de internet, hoje e sempre, independente da tecnologia em si, sabemos que “gostamos” de certos conteúdos justamente pelo modo como nosso próprio cérebro funciona.

Nem vou entrar nessa discussão, porque isso daria um outro texto, mas, no caso dos memes, eles são divertidos, rola uma conexão emocional positiva com eles, e isso dá uma ajudinha na disponibilidade de dopamina no nosso cérebro. É entretenimento puro e viciante.

Por isso mesmo, existem muitos pesquisadores interessados no assunto, tanto que, nos Estados Unidos, diversas instituições de saúde já estão estudando isso como um distúrbio. No artigo no NYT, é citada a pesquisa do Hospital Infantil de Boston, que chama essa condição de “Uso Problemático de Mídia Interativa”. E ela mostra que, conforme passamos muito tempo online, mudamos nossa percepção do espaço físico para o online, e isso tem consequências.

E a GenAI nessa história?

Brainrot está na moda hoje em dia, assim como a GenAI (inteligência artificial generativa). Mas será que a IA está ajudando a nos levar a um estado de brainrot generalizado?

Se o uso preguiçoso da GenAI pode nos fazer desenvolver menos algumas habilidades ao longo do tempo, não há dúvida. É como foi com a nossa memória, tanto que hoje não guardamos o número do celular de quase ninguém. Claro que nesse cas,o é reversível, podemos treinar e melhorar, graças a neuroplasticidade cerebral.

Mas, assim como a internet está se “slopificando”, ou seja, sendo tomada por conteúdos sem valor sendo gerados sinteticamente, nós também poderemos acabar nos deparando cada vez mais com esse conteúdo, e (por que não?) aumentando o brainrot, assim como nos enganando cada vez mais por conteúdos falsos. As consequências de longo prazo não sabemos, e muito estudo ainda será feito, mas, com certeza, uma coisa pode alimentar a outra.

Deveríamos nos preocupar com o “brainrot”?

Em certo sentido, sim, embora devamos ser cautelosos ao soar o alarme sobre o que impulsiona ou leva ao “brainrot”. É muito fácil referir-se a praticamente qualquer coisa como causadora de “brainrot”, se formos pensar.

A cultura da internet sempre traz questões e termos interessantíssimos que podem nos fazer pensar e desenvolver muitas teorias e conceitos. Brainrot ainda é uma expressão que carece de rigor científico, principalmente para descrever ou quantificar a saúde mental real. Mesmo assim, não significa que devemos ignorar ou minimizar as preocupações que estão no cerne desse termo.

Conheça tendências que sinalizam rumos para o futuro da IA

CNN

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Tik Tok planeja lançar o Whee, plataforma de fotos ‘cópia’ do Instagram

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Na plataforma, será possível manter um feed de imagens, utilizar filtros nas fotos tiradas pelo próprio aplicativo, além de manter um fluxo de conexão de amigos

 

UE abre investigação contra TikTok por possível violação das normas – (crédito: Reprodução/Freepik)

 

O TikTok está trabalhando em seu próprio Instagram, afirmou o site Android Police na terça-feira, 18. O aplicativo, chamado Whee, tem como objetivo o compartilhamento de fotos com melhores amigos – uma mistura da rede de Mark Zuckerberg com o BeReal, de fotos instantâneas e não editadas. O app, que já pode ser utilizado em alguns países, ainda não chegou ao Brasil.

De acordo com as imagens vistas pelo Android Police, o Whee é um app separado do TikTok, mas também mantido pela ByteDance. Na plataforma, é possível manter um feed de imagens, utilizar filtros nas fotos tiradas pelo próprio aplicativo, além de manter um fluxo de conexão de amigos.

Configurações básicas como curtidas e comentários também estão presentes, em um layout bastante parecido com o do Instagram.

“Capture e compartilhe fotos da vida real que somente seus amigos podem ver, permitindo que você seja mais autêntico”, afirma a descrição do Whee no Google Play, loja de apps do Android. “Whee é o melhor lugar para amigos próximos compartilharem momentos da vida”, completam.

O TikTok e a ByteDance ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o aplicativo, mas já é possível encontrar a nova rede social em alguns países em celulares com sistema operacional Android.

Agência Estado

 

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YouTube testa recurso que introduz “notas” de contexto em vídeos

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Testes começarão nos Estados Unidos e serão feitos, inicialmente, com usuários e criadores selecionados

YouTube anunciou, nesta segunda-feira (17), que permitirá em breve que os usuários adicionem “notas” que fornecerão contexto sobre alguns de seus vídeos. Os testes fazem parte de um novo recurso que inicialmente será lançado nos Estados Unidos.

A plataforma convidará alguns usuários e criadores de conteúdo, como parte da fase inicial de teste, para escrever notas destinadas a fornecer “contexto relevante, oportuno e fácil de entender” sobre os vídeos.

As notas, por exemplo, poderão esclarecer quando uma música é uma paródia, apontar quando uma nova versão de um produto que está sendo analisado estiver disponível ou informar aos espectadores quando imagens antigas são erroneamente apresentadas como eventos atuais.

A rede social X, antigo Twitter, possui um recurso semelhante chamado Notas da Comunidade, que permite que colaboradores selecionados adicionem contexto às publicações, incluindo tags como “enganoso” e “fora de contexto”.

O recurso de notas no YouTube será, inicialmente, disponibilizado em dispositivos móveis para usuários nos Estados Unidos e em inglês. Nessa fase, avaliadores externos classificarão a utilidade das notas, o que ajudará a treinar os sistemas, antes de um possível lançamento mais amplo, disse o YouTube.

Fátima Bernardes lança canal no YouTube após deixar Globo

*Com reportagem de Yuvraj Malik, em Bengaluru

 

CNN Brasil

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