Economia
Preços de produtos variam até 487% em mercados do país; veja onde comprar para economizar
Pesquisa da Proteste analisou mais de 92 mil preços em 700 pontos de venda nas cidades de Belém, Goiânia, Porto Alegre, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo
Na hora das compras, a localização do consumidor, o ponto de venda escolhido e as marcas consumidas têm um impacto direto no valor final das contas mensais. É o que mostra o estudo Guia de Preços de Supermercado, realizado pela Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) nas cidades de Belém, Goiânia, Porto Alegre, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, e divulgado nesta terça-feira, 20, pelo 16º ano consecutivo.
De acordo com a Proteste, o guia tem como objetivo indicar aos consumidores os supermercados mais baratos de cada região. Ao todo, a Proteste visitou 700 pontos de vendas e analisou mais de 92 mil preços. Para compor o estudo, foram definidas duas cestas de produtos distintas, categorizadas conforme dois perfis de consumo:
- Cesta 1: composta por 104 produtos com marcas definidas (líderes de venda*) e encontrados nas categorias: mercearia, higiene e limpeza, perecíveis, hortifruti, entre outros.
- Cesta 2: composta por 104 produtos sem marcas definidas, sendo os mesmos da cesta 1, porém sem carne, frutas, verduras e legumes.
*As marcas líderes consideradas na cesta 1 foram definidas com base nos resultados da pesquisa Líderes de Vendas 2021, realizada pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
Compras: estabelecimentos X marcas líderes de venda
Segundo o estudo, na cidade do Rio de Janeiro, o consumidor que decidir comprar produtos de marcas líderes de venda poderá economizar até R$ 2.231,40 em um ano se optar por fazer suas compras no Guanabara, no bairro de Piedade, em vez de fazê-las na zona sul, no Leblon.
Em São Paulo, a economia é ainda mais expressiva, podendo chegar a até R$ 2.265,60, caso o consumidor prefira comprar mercadorias de marcas líderes de venda no Assaí de Cidade Dutra, em vez de realizá-las no Pão de Açúcar de Indianópolis, por exemplo.
Em Salvador, é possível poupar R$ 1.167,12 por ano se o consumidor escolher o Atacadão Atakarejo de Iapi, no lugar do HiperIdeal de Vila Laura, para fazer compras mensais voltadas às marcas líderes de venda.
Já em Porto Alegre, a economia anual chega a R$ 941,52 caso o consumidor opte por comprar produtos de marcas líderes de venda no Atacadão, no bairro Sarandi, em vez do Center Shop, localizado no centro histórico.
Na cidade de Belém, a economia fica em até R$ 1.195,12 se o consumidor escolher fazer compras no Atacadão, que fica no bairro de Agulha, em vez de comprar no Líder, localizado no Batista Campos.
Por fim, em Goiânia, o consumidor que decidir comprar marcas líderes no Assaí, localizado no Parque Amazônia, no lugar do Pro Brazilian, localizado no Setor Aeroporto, consegue economizar até R$ 1.250,52 em um ano.
Compras: estabelecimentos X marcas comuns
No Rio de Janeiro, o consumidor que não seja apegado a marcas líderes de venda e opte pelos itens mais baratos do mercado pode ter uma economia anual de até R$ 3.035,40 caso escolha fazer suas compras no Guanabara da Penha, em vez de fazer no Supermarket do Recreio, por exemplo.
Em São Paulo, a economia é de R$ 2.888,76 se o consumidor preferir realizar suas compras no Assaí, localizado em Jurubatuba, em vez do supermercado Leve Tudo, no Campo Belo.
Na Bahia, é possível poupar R$ 2.279,64 por ano caso o consumidor faça compras no mercado GBarbosa, no bairro de Fazenda Grande do Retiro, em vez de ir ao HiperIdeal, no Stella Maris.
Em Porto Alegre, o valor economizado no ano chega a R$ 1.710,12 se as compras forem realizadas no Atacadão de Sarandi, em vez do Unisuper, localizado em Navegantes.
Em Belém, as compras mensais de marcas comuns podem representar uma economia anual de R$ 1.655,64 quando realizadas no Atacadão, no bairro da Agulha, em vez de serem feitas no Líder, no Batista Campos.
Já em Goiânia, se escolher o Assaí no lugar do Pratiko, o consumidor pode poupar, em um ano de compras, o valor de R$ 1.155,12.
Variação de preço entre produtos
Além das diferenças encontradas entre estabelecimentos, a pesquisa aponta exemplos de grandes variações de preço entre produtos vendidos em uma mesma cidade.
No Rio de Janeiro, por exemplo, a esponja sintética, da cesta econômica considerada no levantamento (cesta 2), apresentou uma variação percentual de 443%. O item, sem levar em consideração a marca, pode chegar a custar 5 vezes o valor do preço mínimo. Já na cesta dos líderes de venda (cesta 1), a lã de aço de marca definida variou 181%.
No caso de São Paulo, o quilo do limão na cesta 1 variou 201%, chegando a custar 3 vezes o menor valor. O preço mínimo encontrado para o item foi de R$ 1,99, e o máximo, de R$ 5,99. Já na cesta 2, pilhas alcalinas tiveram variação de 487%, a maior variação encontrada no estudo.
Na cesta 1 em Salvador, a lã de aço apresentou uma variação de 156%, sendo o preço mínimo de R$ 1,58, e o máximo, de R$ 4,05. Pelo valor do preço máximo, então, seria possível comprar dois pacotes do item pelo preço mínimo – e ainda sobraria troco. A maior variação da cesta 2 encontrada na cidade foi de 327% para o adoçante líquido sucralose.
Em Porto Alegre, o quilo da mandioca na cesta 1 teve variação de 165%, com um preço mínimo de R$ 2,98 e máximo de R$ 7,89, chegando a custar 2,5 vezes o preço do mais barato. Na cesta 2, a variação da polpa de tomate foi de 283%, quase 4 vezes o preço do mais em conta, no caso do consumidor optar pela marca mais barata.
Para Goiânia, foi encontrada uma variação de até 164% no quilo da cebola na cesta 1. O preço mais barato para o item foi de R$ 2,99, e o mais caro, de R$ 7,89. Já na cesta 2, o destaque de maior variação ficou com o desodorizador sanitário (249%).
Em Belém, por fim, o destaque negativo de variações entre produtos foi para a alface crespa, que variou até 120% entre os preços mínimos e máximos na cesta 1. Na cesta 2, a discrepância que chamou atenção foi a do caldo de galinha, que teve variação de 157%.
5 dicas na hora de ir às compras
Conforme o estudo, dependendo da localização, das marcas consumidas e do ponto de venda escolhido, é possível fazer uma economia considerável nas compras de mercado, reduzindo gastos mensais que fazem diferença no orçamento de muitas famílias ao longo de um ano.
A seguir, a Proteste ainda dá dicas do que fazer antes e durante as compras para evitar gastos adicionais:
- Faça uma lista e seja fiel ao que se propôs a comprar;
- Não vá ao ponto de venda com a intenção de comer no local;
- Se possível, não leve crianças – elas costumam estimular a compra de mais itens, como guloseimas e brinquedos;
- Não passe muito tempo entre uma compra e outra para não acabar levando produtos desnecessários;
- Ir às compras com uma calculadora em mãos também é positivo: você pode somar tudo o que colocar no carrinho com um limite já estabelecido pelo orçamento.
Economia
Carteira de dividendos: veja os papéis mais recomendados para julho
A Petrobras foi a empresa mais indicada pelas instituições financeiras consultadas pela CNN para compor a carteira de melhores pagadoras de dividendos em julho.
O levantamento considerou as avaliações de Santander, Empiricus, XP, Guide, Ativa e BTG Pactual.
Os papéis mais recomendados foram:
- 5 recomendações: Petrobras;
- 4 recomendações: Banco do Brasil, CPFL e Vale;
- 3 recomendações: BB Seguridade, Eletrobras e Itaú.
Após um impasse sobre o pagamento ou não de dividendos extraordinários, o conselho de administração da Petrobras aprovou em abril o repasse de 50% do valor total, referente ao exercício de 2023.
Com a distribuição, a equipe de analistas do Santander avalia manter o peso dos papéis da estatal em sua carteira. Já o BTG, optou por ampliar sua exposição à estatal.
“Embora a companhia esteja sinalizando maiores investimentos, a verdadeira questão para nós é se esse aumento em potencial poderia sacrificar a capacidade da empresa de distribuir dividendos substanciais, e acreditamos que não”, aponta a equipe do BTG em relatório.
Momento de incertezas
O Ibovespa encerrou o pregão de sexta-feira (28), o último de junho, em queda de 0,32% no dia. Apesar de ter acumulado alta de 1,47% no mês, o índice caiu 7,66% no primeiro semestre deste ano.
O que se avalia é que as incertezas se mantém e o mercado seguirá se pautando por elas.
“O cenário local segue girando em torno da dificuldade do governo em convencer o mercado quanto ao seu comprometimento fiscal”, aponta a Ativa Investimentos em relatório.
O governo trabalha com a meta de zerar o déficit neste ano e no próximo — após alterar a meta de 2025, o que não foi favorável para a imagem de responsabilidade fiscal.
Apesar de o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), assegurar que o arcabouço será cumprido, o mercado vê o déficit primário em 0,7% do Produto Interno Bruto neste ano.
Lula se reuniu nesta quarta-feira (3) com ministros da área econômica do governo. Após o encontro, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reforçou que o presidente mantém seu compromisso com as contas públicas.
“A primeira coisa que o presidente determinou é ‘cumpra-se o arcabouço fiscal’. Não há discussão sobre esse respeito. Em 2024, 2025, 2026, o compromisso nosso é de cumprimento das leis complementares de finanças públicas”, comentou Haddad.
Segundo o chefe da equipe econômica, o governo realiza desde março um estudo entre os ministérios buscando despesas que podem ser cortadas. De acordo com Haddad, foram identificados R$ 25,9 bilhões em despesas obrigatórias, cujo corte, segundo o ministro, já foi autorizado pelo presidente.
O economista-chefe da XP Inc., Caio Megale, apontou em entrevista ao WW de terça-feira (2) que além da questão fiscal, outro imbróglio do cenário doméstico também segue na mira do mercado: a questão monetária.
“Essa transição para o próximo presidente [do BC] é uma espada, de fato, na cabeça. A gente não sabe exatamente quem vai ser a próxima ou o próximo presidente, qual vai ser a visão de política monetária que essa pessoa vai ter na hora de conduzir a taxa de juros, de tomar as decisões”, pontuou Megale.
“Acho que dar uma clareza e maior transparência de como vai ser a gestão da política monetária depois da transição do Roberto Campos e medidas efetivas no sentido de controlar as despesas do lado fiscal, eu acho que é o que vai trazer uma tranquilidade [para o mercado].”
Economia
Venda de veículos eletrificados cresce 146% no primeiro semestre de 2024
Entre janeiro e junho, comercialização de automóveis registrou cerca de 79 mil vendas, de acordo com relatório da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE)
O comércio de automóveis movidos a eletricidade segue em crescimento no Brasil. No primeiro semestre de 2024, a venda de veículos leves eletrificados alcançou um total de 79.304 unidades em todo o país. Somente no último mês de junho, foram registrados 14.396 novos emplacamentos, o que representa a terceira melhor marca para um mês de toda a série histórica.
O número maior de vendas na metade inicial do ano indica um crescimento de 146% em relação ao primeiro semestre de 2023, e de 288% na comparação com o mesmo período de 2022. Além dos automóveis totalmente elétricos, também são incluídos na estatística os veículos parcialmente eletrificados – ou híbridos. Os dados foram levantados pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) e divulgados nesta quarta-feira (3/7).
Com o avanço do número de vendas, a ABVE estima que o Brasil já atingiu a marca de 300 mil veículos comercializados desde o início da série histórica do levantamento, em 2012. Além disso, a previsão da associação para 2023 é que mais de 150 mil automóveis desta categoria sejam vendidos até o fim do ano em todo o território nacional, o que indica um crescimento de cerca de 60%.
No Brasil, ainda predominam os veículos elétricos plug-in, que se consolidaram no mercado nacional e representaram 69% de todas as vendas no primeiro semestre. Dentro desta categoria, estão incluídos os tipos BEV (totalmente elétricos) e PHEV (elétricos híbridos). Na sequência, os HEV convencionais (elétricos não plug-in a gasolina ou diesel) ficaram com 9,3% da parcela total de eletrificados vendidos.
Preocupação para o setor
Mesmo diante de um aumento das vendas, o setor de veículos elétricos está preocupado com o reajuste da tributação dos produtos. Desde a última segunda-feira (1º/7), passou a vigorar uma resolução que aumenta a alíquota para a importação de elétricos importados, de 10% para 18%. Em julho de 2025, sobe para 25%, até atingir 35% no ano seguinte.
“Temos ouvido notícias preocupantes sobre a antecipação da alíquota de 35% do Imposto de Importação de veículos elétricos, que estava prevista pelo Governo Federal somente para julho de 2026. Entendemos que, a se confirmar, essa antecipação configuraria uma lamentável quebra das regras estabelecidas há apenas seis meses pelo próprio governo”, avalia o presidente da ABVE, Ricardo Bastos.
Além disso, a associação teme a inclusão dos veículos elétricos no Imposto Seletivo, que é chamado popularmente de “imposto do pecado”. A lei foi estabelecida pela emenda constitucional da reforma tributária, aprovada no ano passado, com o objetivo de sobretaxar bens considerados danosos à saúde e ao meio ambiente.
Na avaliação da ABVE, a inclusão dos veículos eletrificados no IS “não faria sentido”, visto que esse tipo de automóvel emite menos gases de efeito estufa e reduz o nível de ruído nas cidades do país. “Eles são fatores decisivos para melhorar a qualidade de vida e diminuir as mortes associadas à poluição nas grandes cidades”. “Não nos parece cabível que esses veículos venham a ser taxados como se fossem produtos que fazem mal à saúde ou ao meio ambiente, o que absolutamente não é o caso”, conclui o presidente da associação.
Economia
Produção industrial cai 0,9% em maio, diz IBGE
No acumulado do ano, houve avanço de 2,5%
A produção industrial brasileira caiu 0,9% em maio em relação a abril. É o segundo recuo consecutivo, apontando retração de 1,7% no período. Com o resultado, o setor perdeu o ganho acumulado entre fevereiro e março deste ano (1,1%).
No acumulado nos últimos 12 meses, houve crescimento de 1,3%, o que acabou por reduzir a intensidade no ritmo de evolução se comparado ao resultado do mês anterior. Os dados foram anunciados nesta quarta-feira (3), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),
Os números fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira (3) pelo órgão, que mostrou ainda avanço de 2,5% no acumulado dos cinco primeiros meses de 2024, se comparado ao mesmo período do ano anterior.
Influências
Nessa comparação, entre as atividades, as principais influências positivas na totalidade da indústria foram anotadas por produtos alimentícios (5,2%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,1%), indústrias extrativas (2,3%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (4,8%).
O gerente da pesquisa, André Macedo, disse que, em maio de 2024, a indústria apresentou “predominância de resultados negativos de forma geral”, com recuo na margem e na comparação com maio de 2023.
Houve, ainda, interrupção da trajetória ascendente no índice de média móvel trimestral e perda de intensidade no ritmo de expansão no acumulado do ano e dos 12 meses anteriores.
Nesse mês, a indústria intensificou a queda que já tinha sido registrada no mês anterior, e entre os fatores que explicam esse resultado, estão as chuvas no Rio Grande do Sul, que tiveram um impacto local maior, mas também influenciaram o resultado negativo na indústria do país, informou o texto publicado pelo IBGE.
Conforme a pesquisa, 16 das 25 atividades investigadas tiveram recuo em maio de 2024. Veículos automotores, reboques e carrocerias (-11,7%) e produtos alimentícios (-4,0%) foram as duas maiores influências negativas para o resultado geral da indústria em maio.
O gerente afirmou, também, que esses dois setores foram prejudicados pelas enchentes do Rio Grande do Sul. No setor de veículos automotores, a paralisação das plantas industriais locais provocou impactos diretos e indiretos. Por causa do mau tempo, tanto as montadoras de veículos, quanto as fábricas de autopeças pararam com as produções e isso afetou também o abastecimento para a produção de bens finais no restante do país.
“Houve, por exemplo, a concessão de férias coletivas em uma planta industrial em São Paulo como forma de mitigar os efeitos das paralisações ocorridas em unidades produtoras de peças no Rio Grande do Sul”, completou.
Greve
Macedo acrescentou que a paralisação decorrente de greve em outra montadora e a base de comparação elevada também contribuíram para a queda de dois dígitos na atividade. Em abril, o setor de veículos registrou crescimento de 13,8%.
A atividade de produtos alimentícios, que responde por cerca de 15% da produção industrial do país, teve em maio o segundo mês seguido de queda. A perda acumulada no período é de 4,7%.
“A retração no processamento da cana-de-açúcar, por conta da condição climática menos favorável na segunda quinzena de maio, provocou uma queda pontual na produção do açúcar. Já entre os impactos negativos que podem ter a ver com as chuvas no Rio Grande do Sul estão as carnes de aves, de bovinos e de suínos e os derivados da soja, que são produtos que têm grande peso no setor”, explicou.
Outros setores que recuaram e influenciaram o resultado negativo do mês foram os de produtos químicos (-2,5%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-6,3%), produtos do fumo (-28,2%), metalurgia (-2,8%), máquinas e equipamentos (-3,5%), impressão e reprodução de gravações (-15,0%) e produtos diversos (-8,5%).
Os principais impactos positivos no resultado geral da indústria foram as indústrias extrativas (2,6%) e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,9%). De acordo com Macedo, esses segmentos têm grande peso e evitaram uma queda maior no resultado da indústria.
“O crescimento do setor extrativo veio após uma queda no mês anterior, ou seja, tem o efeito de uma base de comparação mais negativa. Também houve aumento na extração dos dois principais produtos, o petróleo e o minério de ferro”, afirmou.
As atividades de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (3,7%), produtos têxteis (2,9%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (1,5%), produtos de borracha e de material plástico (0,5%), outros equipamentos de transporte (0,2%), móveis (0,2%) e celulose, papel e produtos de papel (0,1%) também tiveram desempenho favorável.
“Ainda na comparação com abril, as quatro grandes categorias econômicas recuaram: bens de consumo duráveis (-5,7%), bens de capital (-2,7%), bens intermediários (-0,8%) e bens de consumo semi e não duráveis (-0,1%)”, pontuou o IBGE.
O recuo de 1,0% na comparação de maio de 2024 com maio do ano anterior teve influência dos resultados negativos de duas das quatro grandes categorias econômicas, 14 dos 25 ramos, 43 dos 80 grupos e 50,4% dos 789 produtos pesquisados, finalizou o IBGE.
Agência Brasil
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