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Brasília

Sírio-Libanês: nove anos de excelência em saúde na capital federal

Instituição se consolida na história de Brasília com um atendimento que começou na Oncologia e cresceu com a cidade, incorporando um novo centro oncológico, um de diagnósticos e um Complexo Hospitalar

Hospital Sírio-Libanês em Brasília

Quando iniciou sua operação em Brasília com o Centro de Oncologia na Asa Sul, em 2011, o Sírio-Libanês começava uma história inédita em seus quase 100 anos de atuação no país. Era a primeira vez que ultrapassava as fronteiras de São Paulo para se instalar em outra região. A presença foi ampliada em 2014 e 2016, com um novo Centro de Oncologia e o Centro de Diagnósticos. Agora, a instituição celebra o 60º aniversário da capital federal como parte de sua história, comemorando também o primeiro ano de funcionamento de sua nova unidade, um hospital completo que consolida ainda mais seus serviços de excelência em saúde.
“O Sírio-Libanês foi muito bem recebido pelos pacientes e pelos profissionais de Brasília, uma cidade acolhedora feita de gente do Brasil inteiro. Temos aqui um histórico do qual nos orgulhamos muito”, afirma Dr. Gustavo Fernandes, Diretor Geral do Hospital Sírio-Libanês em Brasília. “O começo, em 2011, foi pela Oncologia, uma área forte no hospital. Eu, Dr. Rodrigo Medeiros e Dr. Alessandro Leal éramos médicos muito jovens e crescemos com o serviço aqui na capital. O hospital confiou em nós, apostou e hoje temos um serviço líder no Centro-Oeste. São 15 médicos titulares, todos com doutorado e formações internacionais”, celebra, ao comentar sobre a equipe que atua nas unidades da 613/614 Sul e da QI 15 do Lago Sul.
Depois da Oncologia, vieram outros serviços, como a Radioterapia, em 2013. Com ela, o Sírio-Libanês trouxe para Brasília um dos aceleradores lineares mais moderno do mundo, o TrueBeam STX. Cada equipamento pode atender até 80 pacientes por mês, com uma enorme precisão tecnológica para atingir os tumores, o que torna alguns tratamentos contra o câncer mais rápidos e com menos efeitos colaterais.
Com o tempo, o setor de Oncologia cresceu, incorporando áreas como a Oncogenética e os Cuidados Paliativos. No Departamento de Oncogenética, é investigada a possível influência hereditária em alguns tipos de câncer. Assim, com o conhecimento prévio da predisposição a determinado tumor, pode-se estimular a mudança de hábitos de vida e, por meio de um plano de exames periódicos, detectá-lo precocemente, aumentando as chances de cura.
No Programa de Cuidados Paliativos do Sírio-Libanês, hoje referência nacional, uma equipe multidisciplinar promove a qualidade de vida de pacientes, apesar das dificuldades provocadas pela doença ou pelo tratamento. O programa, desenvolvido conforme definido em 2002 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), teve início na Oncologia, e depois foi estendido para as demais especialidades do Sírio-Libanês.
Centro de Diagnósticos
“Em 2016, foi inaugurado o Centro de Diagnósticos. Um grupo de radiologistas e médicos nucleares, com a liderança do Dr. Edgar Franco Neto, vem construindo uma história muito bonita nessa área, com níveis de satisfação e qualidade muito altos”, destaca Dr. Fernandes.
Com estrutura ampla na 613/614 Sul, equipe especializada e os equipamentos mais avançados do país, o Centro de Diagnósticos oferece desde exames laboratoriais até serviços como PET/CT, tomossíntese (mamografia 3D), ressonância magnética, biópsias e tratamentos guiados por imagem, que podem ser realizados em regime ambulatorial, sem necessidade de internação. Os laudos e resultados ficam disponíveis online, tanto para médicos quanto pacientes, graças a uma solução de última geração para armazenamento de dados.
Complexo Hospitalar
Em fevereiro de 2019, o Sírio-Libanês expandiu mais uma vez sua operação na capital federal, com um hospital geral na 613 Sul. Já referência no diagnóstico e tratamento oncológico, a instituição passou a oferecer em Brasília e região a mesma excelência em outras especialidades médicas, como cardiologia, neurologia, ortopedia e emergências por meio do Pronto Atendimento. O complexo dispõe de centro cirúrgico de última geração, UTIs humanizadas, leitos confortáveis e funcionais, além de corpo clínico e profissionais altamente especializados.
“Saímos de um nicho, que são os pacientes com câncer, e passamos a fazer um nível de atendimento mais complexo e geral. Trouxemos a expertise de São Paulo, utilizando profissionais daqui e adequando à realidade local”, explica Dr. Fernandes. São seis salas de cirurgia equipadas com os mais modernos recursos, além de 144 leitos e 31 UTIs distribuídos em 30 mil metros quadrados.
Os avanços tecnológicos na medicina, unidos a uma equipe capacitada, boa estrutura física e atendimento humanizado garantem, por exemplo, intervenções cirúrgicas menos invasivas. Um exemplo é a cirurgia robótica, com recuperação mais rápida e redução nos riscos de infecções, entre outros benefícios. Outra tecnologia de destaque é a ressonância magnética intraoperatória, que permite monitorar, em tempo real, por meio de imagens, o processo cirúrgico cerebral, mostrando com exatidão as estruturas relacionadas à lesão.
Saúde Pública
A tecnologia empregada no Sírio-Libanês também é usada em prol da saúde pública, um compromisso da instituição desde a chegada a Brasília. Nesse sentido, oferece tratamento radioterápico a pacientes encaminhados pelo Hospital da Criança de Brasília José de Alencar. Em outro acordo estabelecido com o Governo do Distrito Federal, pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que necessitavam de radioterapia foram atendidos de forma totalmente gratuita.
O Sírio-Libanês também apoia o desenvolvimento da saúde pública por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS), mantido em parceria com o Ministério da Saúde. Um dos exemplos é o suporte ao SUS no combate à covid-19. Com recursos de telemedicina, o Sírio-Libanês atua orientando profissionais de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) na regulação das filas para consultas na Atenção Secundária à Saúde (especialistas).
Covid-19
Ainda em relação à covid-19, antes mesmo de o novo coronavírus chegar ao Brasil, o Sírio-Libanês já havia se preparado para enfrentar a pandemia. “Em São Paulo, começamos a nos preparar um mês antes, ao criarmos um comitê de crise. Então, quando apareceram os primeiros pacientes, já tínhamos protocolo e estrutura”, explica Dr. Gustavo Fernandes.
Desde então, diariamente, o corpo médico do Sírio-Libanês realiza videoconferência para discutir protocolos, atendimento e distribuição de material para o enfrentamento da covid-19. “Deu tempo para Brasília se preparar. Até o momento, tivemos mortalidade é zero. Isso se deve à assistência e à estrutura que não está estressada”, finaliza.
Ampla cobertura de convênios
O Hospital Sírio-Libanês em Brasília ampliou a lista de convênios credenciados e conta agora com quase 50 operadoras cadastradas, como Bradesco Saúde, Mediservice, Unimed Norte Nordeste, Saúde BRB, Allianz, Central Nacional Unimed (CNU), FAPES, Gama Saúde, Plan-Assiste (MPF, MPDFT, CNM, MPT e MPM), STF e TJDFT, além da lista de convênios internacionais que recentemente incorporou as operadoras ASA, Euro Center, Henner e Sunmed. BACEN, Pró Ser STJ, PLA/JMU, Senado Federal e SulAmérica foram as últimas operadoras cadastradas.
Com isso, mais beneficiários podem contar com a infraestrutura completa do hospital e, principalmente, com o Pronto Atendimento adulto, importante porta de entrada para os cuidados emergenciais. Vale ressaltar que a lista de planos atendidos nas duas unidades de Oncologia e no Centro de Diagnósticos permanece a mesma de sempre na capital federal – as coberturas completas podem ser conferidas em http://bit.ly/PlanosHSL-Brasilia.
Inovação: hospital realiza seu primeiro transplante alogênico de medula
A equipe do Hospital Sírio-Libanês está comemorando uma conquista até então inédita para a unidade de Brasília. Na semana passada, teve alta o primeiro paciente a ser submetido a um transplante alogênico de medula. “Esse é um dos procedimentos de maior complexidade na medicina, mas tem potencial de curar uma série de doenças. E o paciente não teve nenhuma complicação”, celebra o Dr. Volney Vilela, onco-hematologista responsável pelo transplante.
Na medicina, há dois tipos principais de transplantes de medula: o autólogo e o alogênico. No primeiro, já realizado outras vezes pelo Sírio-Libanês no DF, são utilizadas as células-tronco do próprio paciente. No segundo, essas células vêm de um doador, idealmente de um irmão ou irmã com composição genética semelhante. “O do nosso paciente foi um transplante alogênico haploidêntico, ou seja, o filho doou para o pai. Nesse caso, a compatibilidade é de 50%. Mas foi um sucesso”, destaca o Dr. Vilela, que é também responsável técnico do Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF).
O médico acredita que o Sírio-Libanês em Brasília pode se tornar uma referência para transplantes no Centro-Oeste e também para outras regiões do país.

Brasil

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Motoristas que passaram pelo local estranharam a fumaça preta que sai das torres, que se trata, na verdade, de uma simulação de incêndio

 

Fumaça no Congresso assusta brasilienses – (crédito: Redes sociais)

 

Uma fumaça no Congresso Nacional assustou os brasilienses nesta sexta-feira (21/6). Quem passou pelo local, observou uma fumaça preta saindo pelas torres do órgão e se preocupou. Vídeos gravados pelos moradores da capital mostram o momento, confira:

A fumaça se trata, na verdade, de um procedimento para exercício de enfrentamento de emergência, realizado pela Seção de Prevenção e Combate contra Incêndios do Departamento de Polícia Legislativa (Seprin/Depol) no Anexo I.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBM-DF) confirmou que a fumaça se trata da simulação.

A data da simulação não foi incialmente anunciada e terá duração de aproximadamente duas horas. A energia do edifício foi desligada e não é autorizada movimentação de veículos no estacionamento até o término da ação.

Correio Brasiliense

 

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Brasília

Governo federal libera mais R$ 1,8 bilhão para ações de apoio ao RS

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Crédito extraordinário foi autorizado por meio de medida provisória

 

Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O governo federal liberou mais R$ 1,8 bilhão para ações de reconstrução no Rio Grande do Sul. A autorização do crédito extraordinário foi feita por meio da edição da Medida Provisória 1.223/2024, publicada na noite desta quinta-feira (23).

A MP entra em vigor imediatamente, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional para não perder a validade.

A maior parte do montante irá para ações da Defesa Civil e o Auxílio Reconstrução, somando mais de R$ 1,4 bilhão. Os recursos autorizados hoje poderão também ser usados para volta das atividades de universidades e institutos federais, assistência jurídica gratuita, serviços de conectividade, fiscalização ambiental, aquisição de equipamentos para conselhos tutelares e atuação das polícias Federal, Rodoviária Federal e da Força Nacional de Segurança Pública.

No último dia 11, o governo federal já havia destinado R$ 12,1 bilhões, também por MP, ao estado, para abrigos, reposição de medicamentos, recuperação de rodovias e outros.

>> Veja como será distribuição do crédito extraordinário de R$ 1,8 bilhão:

– Retomada de atividades das universidades e institutos federais (R$ 22.626.909)

– Fortalecimento da assistência jurídica integral e gratuita (R$ 13.831.693)

– Suporte aos serviços de emergência e conectividade (R$ 27.861.384)

– Ações de fiscalização e emergência ambiental (R$ 26.000.000)

– Aquisição de equipamentos para Conselhos Tutelares (R$ 1.000.000)

– Ações da Defesa Civil (R$ 269.710.000)

– Auxílio Reconstrução (R$ 1.226.115.000)

– Ações integradas das Polícias Federal, Rodoviária Federal e da Força Nacional de Segurança Pública (R$ 51.260.970).

De acordo com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, o crédito visa atender “a diversas despesas relativas ao combate às consequências derivadas da tragédia climática que atingiu o Rio Grande do Sul, tanto no aspecto de defesa civil e logística, como também o enfrentamento das consequências sociais e econômicas que prejudicam toda a população e os entes governamentais”.

No total, já foram destinados R$ 62,5 bilhões ao estado, arrasado pelas chuvas, conforme a Presidência da República.

Por Agência Brasil

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Brasília

Senador abastece carros da família com verba pública; gasto por mês daria para cruzar 4 vezes o país

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O senador Alexandre Luiz Giordano (MDB) manteve perfil discreto desde que assumiu o cargo por ser suplente de Major Olímpio (do antigo PSL), que morreu em 2021 durante a pandemia vítima de Covid-19. Ele tem chamado atenção no meio político, porém, pela prestação de contas com combustíveis e seu périplo por restaurantes caros de São Paulo.

Levantamento da Folha de S.Paulo mostra que gastos de mais de R$ 336 mil abasteceram carros de Giordano, de seu filho e também de uma empresa da família. Com o combustível em preços atuais, o total seria o suficiente para dar 17 voltas na Terra. A média mensal de gastos com o item, de cerca de R$ 9.000, possibilitaria cruzar o país, em uma linha reta do Oiapoque ao Chuí, quatro vezes por mês.

O senador diz não haver irregularidade nos gastos e que não utiliza toda a verba disponibilizada. Ele ainda justifica o uso de veículos particulares para economia e afirma que o STF (Supremo Tribunal Federal) já arquivou questionamento sobre gasto de combustível. A apuração, porém, não esmiuçava todos os detalhes dos gastos do senador ao longo de três anos.

Os dados no site do Senado apresentam limitações por misturar despesas com locomoção, hospedagem, combustível e alimentação –uma minoria de senadores traz um detalhamento ampliado, o que não ocorre nos dados relativos a Giordano. Nessa categoria mais ampla, Giordano tem o sexto maior gasto desde que assumiu, com um total de R$ 515 mil. A reportagem localizou R$ 336 mil em despesas exclusivamente com postos de gasolina por meio da análise do nome dos estabelecimentos, que é de longe o maior entre senadores por São Paulo.

Pelo mesmo recorte, o senador Astronauta Marcos Pontes (PL), por exemplo, gastou por volta de R$ 10 mil em postos de gasolina e centros automotivos nos últimos três anos. Já Mara Gabrilli (PSD) gastou R$ 26 mil. No caso de Giordano, a maioria das notas está concentrada no Auto Posto Mirante (R$ 183 mil), zona norte da capital paulista, região do escritório político e empresas da família do senador. Outro posto, o Irmãos Miguel consta de reembolsos que somam por volta de R$ 122 mil. O estabelecimento fica na cidade de Morungaba, de menos de 14 mil habitantes, no interior de São Paulo.

O lugar abriga o Hotel Fazenda São Silvano, do qual Giordano é dono. O senador não detalhou por qual motivo concentra tamanho gasto em combustível na cidade. A Folha de S.Paulo também encontrou gastos em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. Todas registradas em finais de semana, quatro notas, totalizam gastos de R$ 1.200 no Auto Posto Ipiranguinha, que fica na rodovia Oswaldo Cruz –a reportagem localizou ação judicial do ano passado que cita um imóvel do filho de Giordano, Lucca, em condomínio a cerca de 2 km do local.

Em um dos domingos em Ubatuba, em janeiro de 2023, também foi registrado um gasto R$ 255 com um pedido de um abadejo para dois. Na época desse gasto, o Senado estava em recesso. A reportagem encontrou diversos gastos com refeições aos finais de semana, mesmo durante a pausa do Legislativo. As despesas do senador com alimentação chamam a atenção pela predileção por restaurantes caros, conforme foi revelado pelo Metrópoles.

Em março, há uma nota fiscal de R$ 681 da churrascaria Varanda Grill, na região da Faria Lima, que incluiu dois carrés de cordeiro por R$ 194 cada. Em 2022, o ressarcimento foi de R$ 810 na churrascaria Rodeio, em Cerqueira Cesar, com direito a uma picanha para dois no valor de R$ 385. A lista traz locais como Fogo de Chão, Outback, Jardim Di Napoli e Almanara.

A exigência não vai apenas para os pratos. Uma nota fiscal do restaurante Cervantes traz R$ 144 apenas em seis unidades de água, das marcas premium San Pellegrino e Panna. Em 2018, Giordano declarou R$ 1,5 milhão em bens à Justiça Eleitoral. Desafeto de Ricardo Nunes (MDB), Giordano levou para Guilherme Boulos (PSOL) seu apoio, mas também um histórico de polêmicas na política.

O caso mais ruidoso veio à tona em 2019, quando Giordano foi personagem de uma crise política no Paraguai envolvendo a usina hidrelétrica binacional de Itaipu. Segundo as investigações, o então suplente usou o nome da família Bolsonaro para se credenciar na negociação da compra de energia. Ele nega ter falado em nome do governo ou do clã Bolsonaro.

 

SENADOR DIZ QUE USA CARROS PARTICULARES PARA ECONOMIZAR

O senador Giordano afirma que os os gastos já foram analisados pelo Senado, pela Procuradoria Geral da República e pelo STF, sendo que os dois últimos arquivaram procedimento preliminar “por entenderem que não há qualquer ilegalidade nos apontamentos realizados”.

O MPF havia pedido à corte que intimasse o senador após apurar gasto de R$ 3,9 mil em gasolina e diesel em um só dia. O arquivamento aconteceu após explicação de que esse tipo de gasto se referia a 15 dias ou mais, e não a uma única visita.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, aceitou o argumento e ressaltou que os gastos não ultrapassam o limite mensal de R$ 15.000 para este tipo de item. Giordano diz que cota parlamentar contempla também de sua assessoria quando em atividade e afirma que “utiliza e disponibiliza para seus assessores, quando em apoio à atividade parlamentar, os veículos que possui”. Ele afirmou ainda que assessores utilizam, se necessário, os próprios veículos para deslocamentos no âmbito da atividade também.

A resposta aconteceu após a reportagem enviar quatro placas de veículos à assessoria de Giordano, no nome dele, do filho e de empresa da família, que constavam das notas. Ele justifica o uso dos automóveis para “evitar a ampliação do uso da verba de gabinete com aluguéis de veículos” e que os gastos nos postos citados ocorrem por questões logísticas. “Vale ressaltar que este parlamentar não utiliza toda a verba disponibilizada, tendo mensalmente sobras acumuladas”, afirma, em nota.

O senador ainda afirmou que atividade parlamentar não se restringe a dias úteis, “estando o parlamentar em contato constante com sua base para atender às demandas postas”. Giordano também afirmou que os gastos com alimentação ocorrem no exercício de atividades parlamentares e que as refeições mencionadas estão ligadas ao cumprimento do mandato, estando em conformidade com a lei.

A reportagem localizou recibos com placas de veículos em nome do filho do senador, Lucca Giordano, de empresa da família e do próprio parlamentar as notas citam o senador como cliente. A maioria dos comprovantes, porém, não especifica o carro abastecido.

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